Profissional com experiência em consultoria voltada a implantação de técnicas e tecnologias para a melhora da qualidade, produtividade e rentabilidade na cozinha.
Fundamenta este trabalho nos conceitos de arquitetura e planejamento, tecnologias e técnicas de preparo de alimentos.
Atuou em diversas empresas do segmento de produção de alimentos e tecnologia para cozinhas nos últimos anos, nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

Olá amigos leitores, estamos a um passo do carnaval. Quem vai trabalhar e espera vender a muitos clientes neste período, que se prepare, ou melhor, que já tenha desenvolvido toda a estratégia para ganhar muitos clientes, espaço no mercado e dinheiro logicamente.
Os restaurantes ficarão lotados certamente, impulsionados pela tendência que vem se firmando entre os consumidores brasileiros, de alimentarem-se fora de casa.
Nos últimos anos o mercado food service cresceu, impulsionado pela melhora da renda dos consumidores, que passam a optar por realizar refeições fora de casa, por oferecer atualmente uma proposta que alia melhora da qualidade, da variedade de cardápios e preços mais acessíveis a um grande número de pessoas.
O número de restaurantes que vejo abrir as portas é cada vez maior, disputam o consumidor minuto a minuto e se desdobram para apresentar idéias criativas e que venham a atrair o seu público. Logicamente forçados pela situação de todos estarem concorrendo a cada dia com “mais um colega” que chega ao mercado, para dividir ainda mais este bolo.
Esta semana, recebi a visita de um empresário do setor de venda de equipamentos de tecnologia de ponta, voltados ao mercado da produção de alimentos. Visitamos alguns clientes no Rio e ficou transparente a cada visita realizada que ainda temos muito a construir, as cozinhas profissionais ainda tem muito que investir em máquinas e acessórios, para tornarem-se modernas, produtivas, respeitadoras e colaboradoras com o consumo consciente de recursos naturais.
As grandes maiorias das cozinhas profissionais não contam com equipamentos de alta tecnologia, tanto para cocção, quanto para conservação e também higienização. Este fato faz com que operem gastando mais matérias primas, insumos, recursos humanos, e desta forma tenham custos muito altos. Estes custos refletem, logicamente, na formação do preço final que, por sua vez, funciona como um filtro selecionando clientes. Operar com custo baixo, ou mais reduzido que o de costume é meta alcançada apenas por quem insere tecnologia na cozinha.
As cozinhas que teimam em operar com projetos formulados há 50 anos, que incluem inúmeras máquinas, fogões enormes, várias fritadeiras, chapas e etc. não conseguem baixar custos, pois esta planta exige um grande número de funcionários, gastos excessivos de energia, água, matérias primas e tem como resultado apenas 70 a 75% de produtos acabados em relação a tudo o que é comprado e gasto para produzir o cardápio.
Espaços menores, produzindo mais não é utopia, é tecnologia.
Afinal, qual sua fantasia? Aquele Robô do filme “O Mágico de Óz” ou um “Eu robô”?
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